CHICOTEANDO…

DEDÉ TEIXEIRA

deputado estadual Dedé Teixeira (PT) disse neste sábado que considera um “equívoco a ser perfeitamente reparado” a impugnação de sua candidatura pelo Ministério Público Eleitoral. O MPE baseou a impugnação na desaprovação das contas de 2004 da gestão do petista como prefeito de Icapuí.

Candidato a reeleição, Dedé enviou nota ao O POVO explicando que a Câmara de Icapuí anulou a sessão que desaprovou as contas. “O próprio Legislativo reconheceu vícios no procedimento realizado à época, proferindo novo julgamento, o que resultou no Decreto Legislativo 24/2013, aprovando por unanimidade as contas do exercício de 2004”, diz a nota.

O deputado acrescenta que a decisão da Câmara ratificou parecer prévio do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que recomendou a aprovação das contas. “Neste sentido, respeitando o sentido das iniciativas tomadas pelo MP, vamos apresentar a defesa cabível, mantendo a candidatura”, completou Dedé.

20 impugnações
O MPE impugnou até o momento 20 candidaturas nas eleições deste ano. A lista inclui atuais e antigos deputados estaduais, federais e ex-prefeitos. Se o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aprovar as ações, eles não poderão concorrer. (Fonte: O Povo)

Saiba quanto ‘custa o voto’ em cada Estado – CE É O 15º

O Jornal Folha de S. Paulo cruzou os limites de gastos das campanhas dos candidatos ao governo de cada Estado e o número local de eleitores. Na média, cada Estado gastará R$ 17 por voto nas campanhas a governador. Roraima lidera, seguido pelo Distrito Federal (R$ 75 por voto) e por Alagoas (R$ 71).

No ranking, o voto dos cearenses custa em média R$ 22,47, o que coloca o Estado na 15ª posição. Entre os dez estados com as campanhas mais caras, o Ceará aparece no 5° lugar. Por aqui o limite de despesas dos candidatos em milhões, atinge o teto de R$ 140,8 mi. São Paulo lidera com R$ 324 mi.

Para o cientista político Ricardo Ismael, da PUC-RJ, em localidades do interior e de periferia, cresce a importância dos cabos eleitorais na dinâmica das campanhas. Com o baixo desemprego e o aumento da renda e do salário mínimo, os gastos com a remuneração de pessoal tendem a subir na eleição. “Quanto mais corpo a corpo, precisa de mais mão de obra para abordar as pessoas e mobilizar”, diz Ismael.

Se todos os candidatos a governador gastarem o teto do declarado à Justiça Eleitoral, o valor atingirá R$ 2,48 bilhões, o que representa quase o custo médio de quatro estádios da Copa no país. Com informações da Folha.

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Deputado investe na Petrobrás e perde 82,5% do valor em quatro anos

ARIOSTO HOLANDA

Em quatro anos, o deputado federal Ariosto Holanda (Pros) perdeu 82,5% do que investiu emações da Petrobrás. A informação integra declaração de bens feita pelo deputado e divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta semana.

Em 2010, declaração de Ariosto apontava investimento de R$ 30 mil em ações da Petrobrás. Já no balanço deste ano, o mesmo item apresentava valor de R$ 7 mil. “Infelizmente, foi porque a ação desvalorizou. Eu não vendi e elas desvalorizaram muito. É isso, é um risco de quem não sabe ganhar dinheiro e se arrisca nesse mercado”, diz o deputado.

Além dos prejuízos com a estatal, o deputado também teve problemas a Vale do Rio Doce. Investindo R$ 43 mil na empresa em 2010, o parlamentar viu as ações encolherem até o valor de R$ 30 mil neste ano. “Perdi na Petrobrás e vale, mas não vou vender. Não adianta vender agora, porque já perdi”.

Apesar dos prejuízos, Ariosto Holanda afirma que manterá as ações da empresa, na esperança por dias melhores na estatal. “Vou jogar para o futuro. Já fui da Petrobrás, fui petroleiro. A empresa sofreu muito, está muito abalada, mas tenho muita esperança de que seja reestruturada”, diz.

SENADO FEDERAL

Suplentes cada vez mais sem espaço

03 SENADORES

Ocupando espaço coadjuvante nas campanhas políticas, muitos postulantes a suplente de senador se candidatam sem perspectiva de ocupar uma vaga no Senado Federal, mesmo por poucos meses. No Ceará, nos últimos anos, foram pontuais as situações em que um suplente de senador esteve em exercício, tornando o cargo quase ilustrativo. Em alguns casos, pode ser um instrumento para conseguir recursos de lideranças em troca do suposto “prestígio” da vaga.

Atualmente, o senador é eleito com dois suplentes, que devem assumir quando houver vacância. A suplência no Senado também é alvo de questionamentos até no meio parlamentar, considerando que o substituto do senador não é eleito de forma direta, apenas incorpora os votos do candidato da chapa.

O último suplente cearense de senador a assumir foi Flávio Torres, do PDT, substituindo Patrícia Saboya por quatro meses, na legislatura encerrada em 2010. Nos anos 1990, Reginaldo Duarte ocupou no Senado a cadeira de Beni Veras, que foi ministro do Planejamento e candidato a vice-governador de Tasso Jereissati em 1998. Reginaldo ainda assumiu por quase três anos na vaga do senador Luiz Pontes, que foi secretário da Ação Social do Governo Lúcio Alcântara, pontuado em 2006.

Nos anos de 1989 e 1990, a segunda suplente de Virgílio Távora, Alacoque Bezerra, também passou uma temporada em exercício, sendo a primeira mulher cearense a chegar ao Senado, após licença do primeiro suplente José Afonso Sancho, que foi efetivado após a morte de Virgílio. Já o substituto do senador Cid Carvalho, Esmerino Arruda, não conseguiu assumir durante a legislatura 1987-1995.

Senadores cearenses das últimas legislaturas não cederam espaço para os suplentes. Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT), que já cumpriram quase quatro dos oito anos de mandato, não deram vez a Waldemir Catanho (PT) e Sérgio Novais (PSB), respectivamente. Inácio Arruda (PCdoB) também não se afastou nenhuma vez para que o primeiro suplente, Raimundo Noronha Filho, assumisse.

Nas eleições deste ano, Chiquinho Feitosa (DEM) é o suplente do pleiteante a senador do PSDB, Tasso Jereissati. Porém, ele afirma não ter esperança de um dia assumir uma cadeira no Senado. “A maior expectativa é que o Tasso volte ao Senado, seu papel foi muito importante. Componho uma chapa com ele meramente na condição de coadjuvante”, admite Feitosa.

Vice-governador

Para justificar a importância do cargo, o candidato a suplente compara a vaga que ele vai disputar com a de vice-governador. “O suplente é para ocupar uma eventual vacância do cargo por um outro motivo. Vice-governador é votado tal qual o vice-senador”, argumenta.

Além de Chiquinho, são candidatos a primeiro suplente neste ano Carlota Sales (PSTU), na chapa de Raquel Dias; Valda Albuquerque (PSB), que postula a vice de Geovana Cartaxo, e o deputado federal José Linhares (PP), responsável por substituir Mauro Filho (PROS), caso eleito. No último caso, o padre Zé Linhares está abrindo mão de disputar a reeleição à Câmara Federal para concorrer à primeira suplência da senatória. Procurado pelo Diário do Nordeste, ele não atendeu o celular.

Na opinião do cientista político Horácio Frota, coordenador do mestrado em políticas públicas da Universidade Estadual do Ceará (Uece), a comparação entre suplente de senador e vice-governador não é pertinente. “O vice-governador é diferente, porque é o segundo na linha de comando e é importante para a gestão do Estado. O que acontece é que às vezes (o governador) não transfere o cargo em casos de viagem para o vice assumir, mas aí é caso de má gestão”.

O professor Clésio Arruda, cientista político da Universidade de Fortaleza, reforça que a suplência no Senado é cada vez mais desnecessária porque há poucas circunstâncias em que o afastamento do titular é essencial. “As próprias tecnologias permitem um deslocamento de curto prazo e, nas ausências curtas, parlamentares continuam atuando sem se afastar”, declara.

Para o docente, em algumas situações, as parcerias ocorrem quando o candidato a suplente agrega recursos e apoios políticos. “Alguns aparecem como candidatos a vice e suplente para entrar como financiador de campanha ou por conta do prestígio (…), não tem uma importância tão fundamental, é algo que precisa ser repensado”, responde.

O cientista político Francisco Moreira explica que, em décadas anteriores, a suplência de senador era mais justificável porque geralmente os candidatos eram eleitos com idade avançada. “O cargo de suplente era importante na época em que a maioria dos candidatos ao Senado eram muito velhos e a expectativa de vida era baixa”, aponta, acrescentando que essa realidade vem mudando.

Financiar

Na avaliação do especialista, a suplência é mais uma forma de financiar as campanhas. Em troca do apoio financeiro e política, o titular da vaga promete deixar a cadeira disponível ao suplente por determinado período. “Normalmente os suplentes de senadores, com raríssimas exceções, são pessoas de importância na sociedade que vão ser suplentes para trocar”. “Em algumas vezes, ocorre que o titular não entrega o posto como tinha combinado e o suplente reclama o que pagou para ter. Não é o caso específico do Ceará”, completa.

Diante da quase apatia dos suplentes de senadores de algumas localidades, a exemplo do Ceará, Francisco Moreira opina que a vaga é anacrônica. “Não há mais necessidade de ter esse cargo. A suplência funciona mais como espaço de maracutaia, acordos e conchavos para que as pessoas sejam suplentes e depois renunciem”, justifica.

Lorena Alves
Repórter(DN)

As 10 estatísticas curiosas da Copa (POR THIAGO MINHOCA)

Não há dúvidas que a Copa de 2014 foi a melhor de todas. Gol marcado pela tecnologia, craque mordendo adversário, craque saindo por lesão, goleiros espetaculares e muitas partidas memoráveis.  Além disso, tivemos fatos curiosos e recordes sendo quebrados. Aqui vão as 10 estatísticas mais curiosas da Copa 2014.

1- Invictos de 2014: Apenas 3 seleções saem da Copa sem perder. Alemanha, Holanda e Costa Rica. Holandeses e costarriquenhos foram eliminados nos pênaltis.
2- Gol centenário
: No dia 22 de junho, Jones dos Estados Unidos fez o gol de 2.300 na história das Copas na partida que terminou empatada em 2X2 contra os portugueses.
3- Jogo centenário: O jogo de número 800 aconteceu no Castelão (Alemanha 2X2 Gana). Isso se considerarmos pela cronologia dos jogos. (A Fifa considera Nigéria 1X0 Bósnia como a 800ª partida , pois é considerado o jogo 28 da Copa 2014 e o do Castelão o jogo 29, apesar do jogo em Fortaleza ter sido primeiro).
4- Franceses 100 vezes: A França marcou seu centésimo gol em Copas com Giroud na vitória de 5X2 sobre a Suíça. Foi a 5ª seleção a conseguir o feito (Brasil, Alemanha, Itália e Argentina já tinham feito)
5- Maior goleador das Copas: Klose se tornou o maior artilheiro em Copas do Mundo. O alemão fez 16 gols em 4 edições e superou Ronaldo que tinha 15 gols.
6- Mais jogos em Copa: Klose ainda se tornou o 2º jogador com mais partidas em Copa com 24 jogos. Atrás apenas do também alemão Lothar Matthaus com 25 jogos disputados.
7- Maior quantidade de disputas além do tempo regulamentar
: Assim como em 1990, oito partidas foram definidas além dos 90 minutos. Sendo 4 decididas na prorrogação e 4 nas decisões de pênalti (o mesmo número de 90).
8- Mais velho em Copas: O goleiro colombiano Mondragon se tornou o jogador mais velho a disputar uma partida de Copa do Mundo. No dia 24 de junho, entrou em campo com 43 anos e 3 dias de idade.
9- Mais partidas como Capitão: Rafa Marquez do México se tornou o 2º jogador com mais partidas como capitão de uma seleção ao lado de Dino Zoff (Itália) com 14 jogos disputados. O líder ainda é Maradona da Argentina com 16 partidas.
10- Mais jogos como treinador: Felipão se tornou o 3º técnico com mais jogos em Copa do Mundo. Ao todo, chegou a 21 jogos sobre o comando de uma seleção.

 

 

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