AS ÚLTIMAS DO CHICOTE – 20.04.2015

O senador Eunício Oliveira (PMDB), líder do partido na Câmara Alta, afirmou que não há como garantir que a aliança entre o PT e seu partido será pacificada para as eleições do ano que vem com a ida do vice-presidente,Michel Temer(PMDB), para a articulação política. “A relação pode ser consolidada ou destruída”, afirmou o senador em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. Entretanto, ele se diz otimista e afirma que há boa vontade por parte do PMDB, além do vice-presidente ter capacidade de gerir a relação.

EUNICIO CAMINHADA

Eunício tem emitido sinais contraditórios quando o assunto são as eleições municipais. Enquanto afirma a convicção no candidato próprio do partido, faz acenos à ex-prefeita Luizianne Lins (PT), cotada para a disputa e que tem nos irmãos Ferreira Gomes adversários em comum com Eunício.

Para a sucessão de Dilma Rousseff (PT), o cearense é um dos defensores da candidatura própria do partido. Entretanto, ele não descarta a possibilidade de as posições atuais no topo da linha sucessória serem invertidas. “Todo esse tempo o PMDB vem apoiando o PT. Por que, em 2018, o PT não pode apoiar o PMDB?”, questiona. Para ele, “a política é como o amor, não tem ‘nunca’ ou ‘jamais'”.

AGRESSÃO

O peemedebista negou a existência de divisão dentro do PMDB – os chamados grupos de Temer, do presidente da Câmara, Eduardo Cunha,e de Renan Calheiros, presidente do Senado. “Não tem essa história de três PMDBs, quatro PMDBs. PMDB de fulano, de beltrano. O PMDB é um só. A prova disso é que, na hora que agrediram o PMDB, nós estávamos todos juntos na mesma trincheira”, disse, sem esclarecer quem seria o agressor.

Eunício, anteriormente, havia acusado o governo de conspirar contra o partido.Segundo ele, em entrevista ao O POVO, essa era a função do ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), e do ex-ministro da Educação e desafeto político do senador, Cid Gomes (Pros). “Os dois foram lá (primeiro escalão federal) com R$ 200 bilhões de orçamento para, a partir daquela máquina, destruir o PMDB”, afirmou á época.

O senador desconversou quando perguntado se o partido trabalharia pela aprovação de Luiz Edson Fachin para o Supremo Tribunal Federal. “A avaliação não será exclusiva nem do PMDB, nem do líder do PMDB. Até porque a votação é secreta, o líder não tem como encaminhar a matéria”, afirmou. Eunício, porém, destacou que “o Senado já rejeitou nomes importantes para outros cargos”, sem citar quais.

Redação O POVO Online
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